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Diocese de Macapá se prepara para a abertura do Ano Nacional do Laicato

Ano dos leigos e das leigas

Artigo de Dom Pedro: A alma e o corpo

05.11.2017


27/10/2017

Dia Nacional da Juventude



DIA NACIONAL DA JUVENTUDE

Como Igreja Jovem, defender a vida em primeira instância, conscientizando as pessoas com as causas do bem público.

Fazemos parte de uma sociedade e temos a força que ela necessita para conquistar melhores condições de vida hoje e no futuro, precisamos mostrar nossa opinião e lutar por mudanças de forma legal e consciente “para que todas as pessoas tenham vida” (Jo 10,10).

A Igreja do Brasil, através do documento n. 85 da CNBB- Evangelização da Juventude: desafios e perspectivas pastorais, apresenta os principais problemas enfrentados pelos jovens e a sociedade: violência, educação pública e precarizada e com acesso restrito, falta de garantia para o trabalho, sucateamento da saúde pública, etc.

Frente a tantos sinais de morte que encontramos, o Reino de Deus nos apresenta sinais de vida. É preciso transformar esses sinais em ações concretas que possam atingir todas as pessoas. O convite feito por Jesus Cristo para o discipulado e missão é para ação. Ser Igreja também é lutar pela dignidade integral de cada pessoa. Como Jovens discípulos missionários de Jesus e protagonistas de uma história, devemos ser sinais de esperança, alegria, comprometimento, união, justiça e paz. Desse modo seremos portadores da Boa Nova do Reino de Deus.

Encorajados/as pelo nosso Papa Francisco com sua palavra:"Vocês são a esperança do Brasil e do mundo, não tenham medo de combater a corrupção". “Não tenham medo de se arriscar e de trabalhar para construir uma nova sociedade, permeando com a força do Evangelho os ambientes sociais, políticos, econômicos e universitários. Não tenham medo de combater a corrupção e não se deixem seduzir por ela! Sob o manto de Maria, vocês poderão redescobrir a criatividade e a força para serem protagonistas de uma cultura de aliança e, consequentemente, criar novos paradigmas que guiarão a vida do Brasil"

Saiamos por nossas ruas, vejamos os sinais de vida e de morte que existe ao nosso redor: nosso bairro, nossa cidade, nossa área urbana e rural (interior); nossos direitos: educação, segurança, saúde, lazer, cultura, a defesa integral da vida – Pessoa e Planeta.

(Fonte: Subsídio DNJ e Carta do Papa Francisco aos Jovens)

VENDO NOSSA REALIDADE:

EDUCAÇÃO

A educação tem o poder de transformação, por isso nada melhor que ela para mudar o destino de crianças, adolescentes e jovens, pois quando se fala em educação não estamos apenas nos referindo ao aprendizado das disciplinas de português, matemática, e outras, mas estamos falando de socialização, cidadania e oportunidade de emprego.

Então, investir na educação básica que é a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio deve ser prioridade para nossos governantes, porque quando uma criança recebe um ensino de qualidade ainda que nos primeiros anos escolares, percebe-se o alto desenvolvimento dela em todos os aspectos físicos e intelectuais e a partir disso o empenho escolar e social melhora, afinal, a compreensão dos assuntos se torna mais fácil e ela passa a se expressar e se inter-relacionar melhor com o outro. Porém o que temos ainda são os casos de descaso para com a educação pública, bastando olhar para nossa realidade. Em Macapá são em cerca de oitenta e uma escolas do município e cento e setenta e cinco da rede estadual, sendo que em todas elas vamos nos deparar com salas superlotadas, ou seja, turmas com trinta e seis a quarenta alunos por turma enquanto o ideal seria no máximo trinta e cinco alunos em cada turma, isso falando dos anos finais do fundamental e médio. Além disso temos escolas em que os ventiladores não funcionam cem por cento ou não são climatizadas.

E a situação não para por aí, não é somente a superlotação que dificulta a qualidade do ensino, mas a infraestrutura dos prédios também estão comprometidas, muitos já são bem antigos e precisam de reformas, pois são inadequados para a quantidade de alunos que estudam nelas. É preciso construir mais quadras esportivas, piscinas, salas para dança, teatro, música, laboratórios de informática, bibliotecas e espaços para o atletismo, pensando é claro principalmente na inclusão dos alunos portadores de deficiência. Sendo que tudo isso é garantido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LEI 9.394/96), que regulamenta e determina as obrigações do Estado, Município e da União.

Por tanto deve-se criar escolas com capacidade para tempo integral, material didático, transporte, alimentação, assistência à saúde e a valorização do profissional da educação, pois sabemos que o professor ou qualquer funcionário escolar rende muito mais quando está motivado, e uma boa forma de motivação é aumentando o salário desse profissional e oferecendo o suporte completo que o professor ou qualquer profissional da educação necessita.  Dessa forma garantiremos uma educação mais justa e igualitária para todos, porque hoje em dia não se chega a lugar nenhum na sociedade sem educação, até porque quanto mais investimos na educação menos jovens em situação de pobreza teremos, sem contar a diminuição de menores infratores, diminuindo principalmente o dinheiro para manter uma penitenciária, passando a investir mais na educação, afinal tudo começa na educação.              

·        Lei 9.394/96

·        http://revistapontocom.org.br/materias/projeto-que-limita-numero-de-alunos-em-sala-de-aula-segue-para-o-senado

·        G1 Amapá

Iveline Silva

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